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Quando faço um "upgrade", faço o que tenho a fazer. Mas, ao mesmo tempo, sigo o que o guião do conteúdo “upgrade” me diz sobre a morte necessária do passado (da memória) e a crença apenas no que se vai tornando actual.
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Fazer ou dizer "upgrade" é levar a cabo a metáfora ideal que significa enterrar o passado e tornar presente qualquer coisa que o substitua. A amnésia colectiva vive à custa de uma centragem absoluta na esfera do presente. E não há conteúdo mais preciso do que “upgrade” para dizer o tudo que quero e devo remover em benefício do sempre-actual que inevitavelmente desejo actualizar. Um tipo de revelação única do ‘hic et nunc’.