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Vale a pena seguir à letra, página a página, a recente deliberação da ERC. Está na ténue linha de fronteira entre aquelas teses académicas inúteis (acerca da função dos géneros na contaminação fractal das gáveas) e a ostensão do peso almofadado como forma de zelo administrativo. Para além da óbvia vontade incriminatória e ficcional que respira, é sobretudo esse posicionamento barroco e árido que me intriga e que melhor reflecte uma certa intemporalidade portuguesa.