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Para o normal sentimento de um ocidental, a internet e o cibermundo andam inevitavelmente associados à democracia. Nem podia ser de outro modo. Mas um passeio ao Laos, descrito pelo cronista Joshua Kurlantzick, ilustra o modo como essa inevitabilidade da internet e da rede em geral pode conviver com a mais despudorada das censuras. É assim (ainda) o comunismo; por cá andam sempre com a palavra liberdade na ponta da língua.